Oi pessoal!!!

Não acabei a tradução de hoje... hehehe *se esconde* Maaaas, pra vocês não ficarem sem leitura pra hoje, aqui está a Fanfic de LoveSick da noite em Bang Saen. Vocês sabem que é um momento meio tristinho, né? Já que era uma despedida e tals, mas eles são muito amorzinhos. *u*

Espero que gostem. ^^
Ah. Por favor, peço um pouquinho da paciência de vocês com Like Love. Ainda estamos esperando a resposta do pedido de autorização para traduzir. =)

Beijos~        
Lena.
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Love Sick the series novel

Especial Fanfic: Bang Saen (Adeus).



O que você diz quando você sabe que é a última vez antes de não poder mais dizer?
O que você faz quando você sabe que é a última vez antes de você ter que largar?
O que você sente quando você sabe que você terá que se conter de sentir aquelas coisas de agora em diante?
Honestamente, eu não sei.
Mas, eu acho, que você precisa fazer valer a pena.
Enquanto nos agarramos um no outro, nós dois chorando agora, literalmente parece que meu coração está quebrando.
Phun está chorando silenciosamente no meu ombro, eu posso sentir minha camisa ficando mais molhada.
Quanto a mim, estou chorando muito mais do que eu posso lembrar de já ter chorado, berrando incontrolavelmente como uma criancinha.
Eu deveria estar envergonhado como eu normalmente estaria, mas isso é simplesmente demais – não consigo aguentar, estou destruído.
Saber que tudo estará acabado pela manhã... parece irreal. Mas realmente não havia nada para começo de conversa.
Isso é apenas um tempo roubado, esperando o inevitável.
Nós sabíamos que isso chegaria. Mas por que isso parece tão insuportável?
Phun me solta lentamente e pega meu rosto em suas mãos, gentilmente, como se ele estivesse com medo que eu vá quebrar.
Ele enxuga as lágrimas das minhas bochechas e me beija levemente.
Eu respondo ao beijo suave e agridoce, com gosto de lágrimas salgadas, enquanto coloco meus braços em volta do pescoço dele firmemente.
Se nós realmente já dissemos tudo o que tinha a ser dito, não há outra forma de transmitir um ao outro como nos sentimos.
É como se tivéssemos chegado a um entendimento silencioso. Nenhum de nós está falando.
Parece que o beijo dura para sempre, como se nós dois quiséssemos guarda-lo em algum lugar no fundo de nossas memórias, bem fundo.
Nós nem nos libertamos quando caímos na cama – nossas bocas são como uma corda salva-vidas, a única forma que podemos ficar juntos, pelo menos por essa única noite.
Essa é tão diferente da última vez – no outro dia foi uma excitação, uma corrida com a coragem temporária causada pelo álcool.
Foi exploração, êxtase, emoção. Deixando nossos desejos vencerem a razão e nossos corpos fazerem o que eles almejavam.
Até terminar, não tinham sentimentos de aflição nem culpa, havia apenas nós dois.

Essa noite, a presença de Aim está nessa cama conosco e, pelo bem dela, nós teremos que abrir mão da única coisa que não queremos largar.
Quando a manhã vier, é isso que terá que acontecer. Mas eu serei ambicioso uma última vez. Eu não vou devolver Phun até de manhã.
Então eu chuto o fantasma da Aim o inferno pra fora da cama. Essa noite é minha. Eu vou permitir a mim mesmo pelo menos ser egoísta assim.
Nossos corpos estão tão silenciosos quanto nós estamos – os beijos são profundos, porém suaves e nós nos tocamos leve e ternamente. Só sentindo um ao outro. Saboreando o momento, tentando gravar cada pequeno detalhe um do outro, cada toque precioso o suficiente para lembrar para sempre.
Nós ajudamos um ao outro a se despir e, então, nos grudamos de novo, indispostos a nos separar mesmo que pela mínima quantidade de tempo.

O som das ondas quebrando e o sussurro leve das palmeiras na brisa formam uma música de fundo calma e gentil.
Esse seria o cenário mais romântico possível, se a noite não fosse tão triste em sua predestinação. Mas que seja. Agora é agora, amanhã é amanhã.
Porque Phun está aqui comigo agora mesmo.

Eu acaricio o cabelo brilhante e macio dele e apenas olho para ele enquanto ele olha para mim, nossos rostos tão próximos que nossos narizes quase se tocam.
Ele realmente é um cara bonito. Você pode chamar um cara de bonito? [N/T: a palavra usada foi “beautiful” que geralmente é reservada para mulheres, enquanto “handsome” é para homens.]
Eu acho que sim porque, agora mesmo, eu não consigo pensar em outra palavra que o descreveria.
Geralmente, ele é bonito e atraente e quente é tudo o mais similar. O cara dos sonhos pelo qual todos suspiram (incluindo alguns caras).
Mas agora, ele parece tão vulnerável e frágil, como se ele fosse feito de porcelana ou algo assim.
Sua costumeira confiança e compostura não aparecem nem um pouco e ele é apenas um garoto que está tentando ser corajoso, mas não está conseguindo muito bem.
Eu posso ver uma tristeza infinitiva naqueles grandes olhos pretos emoldurados pelos longos cílios.
Ele inclina sua cabeça para a minha e encontra meus lábios de novo. Eu o encontro e nós simplesmente deixamos o mundo desaparecer, dando espaço para nossas línguas expressarem o que não falamos em palavras.
Nos deslizamos nossas mãos por todo o corpo um do outro, acariciando o outro lenta e gentilmente, deixando trilhas em brasa para queimar nossas peles.
Adiando o prazer o máximo possível – fazendo isso durar um pouco mais, sem querer chegar a um fim.
Explorando e, com nossos lábios e mãos, procurando por aqueles pontos que fizeram o outro arquejar e vacilar, os lugares que encontramos noite passada. Apesar de que parece que cada centímetro de nossos corpos é igualmente sensível, cada toque fazendo o outro gemer de prazer.
Eu me pergunto se é sempre assim, ou apenas entre Phun e eu?
Eu me sentiria desse jeito com outra pessoa?
Eu não sei.
Nós parecemos tão compatíveis que alguém poderia quase acreditar que nossos corpos foram destinados um ao outro. (Não pense assim, Noh. Pare com isso. Agora.)
É quase como um sonho, desconectado da realidade. Nós dois ainda estamos ligeiramente bêbados e isso só soma na ilusão e clima de sonho.
Eu sinto como se estivesse flutuando, balançando naquelas ondas das quais o som ambiente pode ser ouvido fracamente.
Balançando no ritmo lento de nossos corpos se movimentando juntos, conectados da forma mais íntima possível.
Não dói tanto dessa vez e, agora, eu definitivamente consigo encontrar prazer nisso.
Dessa vez é tudo diferente – mais devagar, mais suave, mais gentil.
Soa sentimental demais, mas agora eu entendo o significado da frase “fazer amor”. Eu não consigo pensar numa forma melhor de descrever isso.
A leve brisa noturna da porta aberta da sacada passa sobre nós e esfria nossas peles quentes, fazendo Phun estremecer ligeiramente.
Mesmo o menor movimento dele eu posso sentir muito claramente, ressoando todo o caminho até meu núcleo, fazendo eu me apertar contra ele, encontrando seu corpo.
É um sentimento bem assombroso – estar unido tão estreitamente com alguém que você é quase parte dele.
Eu o envolvo pelo pescoço, entrelaçando meus dedos no cabelo dele, sentindo a maciez.
A respiração dele, com um leve cheiro de cerveja, está quente contra meu rosto e pescoço entre os beijos que ele deixa onde quer que alcance.
Eu o beijo de volta e tento puxá-lo ainda com mais força para mim, eu simplesmente não consigo me cansar de ter ele.
Parece que estivemos assim sempre e, ainda assim, nós queremos mais.
Nós dois estamos relutantes de terminar, não querendo parar ainda, mas nós só conseguimos segurar por mais tempo até ser impossível continuar.
Meu corpo inteiro está tremendo, tentando lutar contra a urgência de alívio enquanto espero Phun, e quando eu sinto no fundo que ele está no limite, eu finalmente me solto.
Eu olho através de lágrimas para os olhos igualmente cheios de lágrimas dele enquanto nós trememos nos braços um do outro e deixamos aquele oceano desabar sobre nós.
O tempo provavelmente está passando, mas a noite azul parece que poderia durar para sempre enquanto estamos deitados na cama, abraçando um ao outro em silêncio, olhando para o céu noturno.
Ambos perdidos em pensamentos, apesar de estarem provavelmente pensando nas mesmas coisas.
Eu tomo a mão de Phun e nós entrelaçamos nossos dedos, eles também parecem se encaixar perfeitamente uns nos outros. De novo, eu tenho que afastar aquele aperto no meu peito.
A manhã ainda não está aqui, eu não quero pensar nisso agora.
Eu me viro para olhar para o Phun e me aperto nele mais uma vez.

Ainda há tempo.
*****

6 Comentários

  1. Tô em lágrimas literalmente 😥😥😥😥😥😥Lena mulher quer mim matar?mas esse amor vai sobreviver

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  2. Me derreto com tanto amor, muito lindo

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  3. Muito doce,romântico e triste, a única coisa que me consola é que eles tem um final feliz. Bjss obrigado!!!

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  4. tão puro o amor desses dois que chega a doer
    muito obrigada lena pelo presente hoje a noite amei

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  5. Lena que capitulo e esse que mim mata do coração e amor de mais adoro quando eles tem esses momentos 💕💕💕

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