Oiê!!!!! ヾ(゚∀゚○)ツ三ヾ(●゚∀゚)ノ

MAIS UM CAPÍTULO DE ADDICTED?! SIM!!! Porque nós merecemos!!! huahauahuahua

Será o tão esperado reencontro? Ãh?! (∗❛ั௦❛ั∗)

Vão logo ler!!! hueheuheueh O(≧∇≦)O


Beijos!        
Lena.
♡✧。 (⋈◍>◡<◍)。✧♡
________________________________________________________


Cap. 132: Um filho crescido também não pode ser mantido em casa.



Era quase o meio do mês e as ruas, uma vez tomadas pela quietude, finalmente começaram a se animar com barulho e excitação. Assim que o sol nasceu, bem cedo, Bai Luo Yin e Yang Meng se apressaram para a entrada da rua principal, que tinha sido completamente decorada com decorações de oceano tradicionais e lanternas chinesas. Enquanto eles passeavam em volta, seus olhos absorveram os cenários alegres. Eles encontraram várias apresentações desde opera tradicional chinesa, shows de mágica, acrobacia, para... até as diferenciáveis características dos vendedores de Pequim, divulgando e fazendo propagandas de seus produtos.
Quando o sol ardente brilhou em seu ponto mais alto e banhou a rua inteira com seu brilho, eles se juntaram a uma horda de pessoas, alegremente assistindo e aplaudindo o show de dança do leão e do dragão enquanto estes desfilavam pela rua em toda a sua grandeza.
Os olhos deles ficaram deslumbrados por uma grande infinidade de comidas de encher a boca que estavam dispostas à frente deles, provocando os cinco sentidos que enredavam suas papilas gustativas. Essa exibição era realmente uma festa para seus olhos famintos. Era só que aquele Bai Luo Yin e Yang Meng não podiam deixar seus estômagos sofrerem tamanha agonia por mais tempo. Então, para curar suas fomes, eles caminharam pela rua e experimentaram quantas coisas possíveis até que seus estômagos atingissem sua capacidade e a satisfação foi alcançada.
“Ei, aquelas lanternas ali com os enigmas nelas, se respondidos corretamente, tem um prêmio,” Yang Meng proclamou em excitação.
Bai Luo Yin seguiu atrás de Yang Meng para dar uma olhada mais de perto nos enigmas.
Diante dele havia uma grande placa com um papel vermelho preso no topo. Diversas linhas de enigmas estavam escritos em negrito em cada folha de papel de lanterna vermelho; os traços poderosos que permeavam com cada caractere eram uma visão agradável.
A regra na placa dizia:
Todos aqueles que adivinharem corretamente receberão bolinhos de arroz glutinoso em sopa doce ou dumplings de arroz glutinoso. Quanto mais você adivinhar corretamente, mais você receberá, porém uma resposta errada é game over. Sem segunda chance.
Quando foi a vez de Bai Luo Yin, ele respondeu os primeiros dois enigmas corretamente com muita facilidade. Yang Meng, que estava parado ao lado, recebeu a responsabilidade de segurar os prêmios. Assim que aqueles prêmios preciosos estavam em seu aperto, ninguém poderia tira-los de suas mãos. Mas depois havia tantos prêmios aninhados contra seu peito e nas duas mãos, que ele mal podia segurá-los.
Vergonha foi fazendo seu caminho no rosto pálido do dono da barraca. Se isso continuasse, em menos de cinco minutos todas os enigmas na placa seriam decifrados mais cedo do que tarde.
Bai Luo Yin continuou, “O quinto enigma na terceira linha, esse ditado é ‘Uma multidão de bons amigos reunidos’.”
A garota com a tarefa de verificar todas as respostas parecia extremamente petrificada enquanto disse “Incorreto”, com uma voz muito baixa, quase inaudível.
O dono da barraca, que ficara para o lado com antecedência, interrompeu. E em um tom extremamente alto rugiu, “Errado! Próximo!”
“Isso é impossível!”
Bai Luo Yin seriamente acreditava em sua resposta. Não havia dúvida nenhuma em sua mente de que ele tivesse respondido corretamente. Ele arrebatou o livro de respostas da garota e, como esperado, apenas com uma olhada sua resposta foi verificada.
“Você está falando sério, como você pode ser assim? Nós obviamente respondemos corretamente e você ainda tem a coragem de nos acusar de estar errados? Ou será que você não pode nos dar nossos prêmios?” Yang Meng gritou, usando a ferocidade de Bai Luo Yin para ostentar sua superioridade momentânea.
No fim, o próprio dono da barraca saiu. Com um sorriso adornando seus lábios, ele confrontou Bai Luo Yin e Yang Meng.
“É o Festival das Lanternas, um dia muito auspicioso. Não é que não sejamos capazes de lhes dar seus prêmios, é só que nós encorajamos mais pessoas a participar e fazer tentativas também. Dois homens bonitos como vocês, eu sei que vocês dois são bem informados e são experts em responder esses enigmas. Vocês querem os prêmios e vocês podem obtê-los facilmente. Mas o ponto crucial é aquelas pessoas esperando pacientemente ao lado. Vocês também devem dar a eles a oportunidade de ganhar alguns prêmios, certo?”
Bai Luo Yin riu com essa declaração e se virou para sair da área com a dignidade de um cavalheiro envolvendo sua estatura.
“Espere um segundo, pegue isso!”
Ao ouvir alguém chamando por ele, Bai Luo Yin se virou. Com grande agilidade, ele pegou habilidosamente um pacote que foi atirado em sua direção por alguém do outro lado.
Depois de estabilizar seu passo, ele finalmente viu claramente o que era. Yang Meng não podia evitar de gritar em alarme, “Essas são umas bolas de arroz glutinoso enormes! Isso... isso pelo menos está cozido?!”
Os olhos de Bai Luo Yin congelaram, algo sombrio congelou o sangue que uma vez agraciava suas feições pitorescas.
Uma memória passou por sua mente e afogou os barulhos altos da rua. [N/T: a memória é aquela de quando Gu Hai cozinhou dumplings para ele e, antes de dá-los a ele, ele verificava se estava cozido ou não.]
Uma vez que o crepúsculo passou, todas as luzes das ruas foram acesas. Juntos, Bai Luo Yin e Yang Meng pararam no canto da rua. Por um longo tempo, eles, mais uma vez, admiraram e aproveitaram a beleza de todas as luzes enquanto iluminavam a rua; formando uma ilustração perfeita do festival em toda sua glória e esplendor. Depois eles fizeram seu caminho de volta com contentamento já entornado profundamente em seus corações.
No tempo que Bai Luo Yin chegou no pátio de sua casa, a comida já estava preparada e todos estavam esperando pacientemente por sua chegada. Assim que Meng Tong Tian viu a figura de Bai Luo Yin se aproximar, ele puxou uma cadeira e gesticulou para que ele se sentasse rapidamente.
“Vem, vem, vem, a ceia está pronta,” anunciou Bai Han Qi em voz alta, empolgação misturada com sua voz enquanto seu sorriso característico moveu rapidamente os cantos de seus lábios.
Todos levantaram os copos em suas mãos, independentemente se era licor ou um drinque suave, eles brindaram uns com os outros antes de trocar qualquer palavra.
“Comam, comam.”
“Espere, nós devemos comer os dumplings doces primeiro.”
“É verdade! Nem precisa dizer que nosso Meng Tong Tian é o mais inteligente.”
A família inteira rodeava a mesa enquanto eles comiam alegremente e conversavam ao mesmo tempo. Os rostos deles transbordavam de felicidade e os eventos dos poucos dias anteriores não afetaram nem um pouco o humor deles. Era como se eles tivessem concordado mutualmente de selar seus lábios e enterrar aquelas ocorrências infelizes. Era o último dia do mês lunar, eles tinham há muito decidido falar apenas sobre todas as coisas alegres e perpetuar felicidade e harmonia até o último minuto, último segundo daquele ano.
Bai Luo Yin calma e silenciosamente olhou para os rostos sorridentes de todos. Ele os ouviu discutindo as histórias divertidas uns dos outros, comerem dumplings doces encharcados e, pouco tempo depois um forte calor penetrante entrou no fundo de seu coração.
Era lamentável que ele tivesse aquele tipo de mãe, mas ele era fortunado o suficiente para ter uma família tão incrível que perdoava e o amava profundamente.
Um reflexo reluzente de lágrimas na luz brilhou naqueles olhos terrosos de Bai Luo Yin. Ele as afastou para fora de sua visão antes de baixar seus kuòzi e sair.
Tia Zou notou que Bai Luo Yin havia saído, então ela cutucou Bai Han Qi e perguntou, “Por que Yin Zi comeu tão pouco hoje?”
“Eu vou dar uma olhada.”
Bai Han Qi seguiu a sombra de seu filho.
Bai Luo Yin voltou para seu próprio quarto, simplesmente reuniu algumas coisas e arrastou sua bagagem para fora. Uma sacola de bolinhos doces, que ele havia ganhado mais cedo, estava segura firmemente em sua mão enquanto ele empurrava a porta e fazia seu caminho para fora.
Bai Han Qi ficou plantado na porta da frente olhando para Bai Luo Yin com espanto. Seus olhos continuaram afogados em assombro enquanto Bai Luo Yin se aproximava.
“Onde você está indo tão tarde da noite?”
Bai Luo Yin silenciosamente permitiu que seu olhar alcançasse o rosto do pai, “Pai, eu preciso voltar.”
“Hoje é o décimo quinto dia do mês lunar, o tempo em que todas as famílias estão juntas. Por que você não volta assim que o feriado terminar?”
Bai Luo Yin não se moveu.
Bai Han Qi olhou para a expressão no rosto de Bai Luo Yin, sabendo muito bem que ele sairia indubitavelmente, mas, ao mesmo tempo, ele tinha a urgência e desejava que ele ficasse.
“Por que você pelo menos não termina de comer sua refeição antes de sair?”
O coração de Bai Luo Yin lutou por um segundo, uma mini guerra começou bem no fundo, mas ainda assim ele encarou Bai Han Qi e, com um tom sério, ele disse, “Eu terminei de comer. Por favor, fale com o vovô e com a vovó e diga que estarei de volta em dois dias.”
Bai Han Qi soltou um longo suspiro, seu coração de alguma forma indisposto a deixa-lo ir. No entanto, ele ainda deu tapinhas no ombro de Bai Luo Yin e olhou para ele com compreensão, um ar de aprovação permeou de seu olhar.
“Vá então. Ainda tem uma família inteira aqui, mesmo com um membro a menos, ainda será animado. O pai de Da Hai foi para a base do exército, então não o deixe comemorar o Ano Novo sozinho em casa.”
Ninguém entende o filho melhor do que um pai.
E nenhuma palavra escapou dos lábios de Bai Luo Yin enquanto ele permaneceu sem reagir. Ele meramente se virou e saiu do pátio.
Bai Han Qi estava de pé contra o forte som assobiante do vento nórdico e observou enquanto a sombra de Bai Luo Yin desaparecia gradualmente na distância. Uma tristeza amarga se formou em seu coração e ele não pode impedir as lágrimas que se formaram nos cantos de seus olhos. Dizem que quando uma garota chega na idade, ela não ficará em casa por mais tempo, como é possível que um filho crescido também não possa ficar em casa?
.......
Gu Hai foi arrastado do sono para a consciência em sua posição no sofá. As luzes na sala permaneciam acesas e as janelas ainda estavam bem abertas. Ele era incapaz de distinguir se era dia ou noite, e pior ainda, a exata hora e data. Ele não tinha certeza nenhuma de quantos dias ele havia passado nesse estado de espírito confuso e obscuro. Seus olhos, que foram uma vez como duas primitivas pedras de ônix, agora vagavam sem vida para cada um dos cantos do cômodo.
A sala inteira estava em completa desordem, quase como se tivesse sido substituída por uma selva inabitada. Garrafas e mais garrafas de licor estavam espalhadas por todo lado, cobrindo o chão enquanto permaneciam intocadas na sala silenciosa. Algumas garrafas estavam cheias, algumas parcialmente consumidas, e outras completamente vazias de seu conteúdo intoxicante. Enquanto algumas estavam espalhadas pelo chão caídas, outras estavam de pé... com exceção do licor, seu estômago estava vazio de qualquer substância sólida que era necessária para manter a vida. A dor agonizante da fome queimava e incendiava a dor no coração e tristeza que comia seus órgãos, destruindo implacavelmente toda a vitalidade que uma vez residiu nele.
Somente quando seus lábios eram pressionados grosseiramente contra as garrafas de licor, que aquele sabor refrescantemente frio, mas amargo fluía pela sua garganta e extinguia os ataques dolorosos das chamas ardentes. Ele permitiu que o licor consumisse sua consciência até que ele não pudesse mais ter nenhum senso ou emoção e, só então, ele era capaz de descansar sua cabeça e continuar o torpor que fora tirado injustamente dele.
Gu Hai se levantou, dos ossos aos músculos, esses dois mecanismos que permitiam que ele se movimentasse, doíam e machucavam fastidiosamente. Ele arrastou seus pés cansados e sonolentos na direção da janela e, com um movimento rápido, ele abriu as costinhas, revelando a escuridão da noite que devorava a cidade. Seus olhos solenes varreram a paisagem. As luzes do lado de fora eram deslumbrantes para sua visão. Mais do que arte, mais do que estética, a vida apresentada beleza em milhares e milhares de variedades; era realmente um panorama gigante de mudança eterna que passada por seus olhos.
Grandes multidões se espalhavam por todas as ruas abaixo de sua sombra ameaçadora. Florescendo e dançando entre nuvens despercebidas no meio do céu noturno a sudoeste, tinham fogos de artifício. Eles subiam cada vez mais alto na vastidão dos céus e se espalhavam em todas as direções antes de desaparecer na sombra das estrelas brilhantes...
Estupefato e pego de surpresa, Gu Hai fechou as cortinas, selando sua visão das reuniões do lado de fora. Sua mão abriu a porta da geladeira apenas para descobrir que não havia nada lá. Seus olhos, como um sistema de posicionamento global, mapearam e seguiram o chão debaixo de sua sombra e, pouco tempo depois, eles localizaram uma garrafa de vinho tinto que ainda não tinha sido aberta. Então ele procurou nas fendas apertadas do sofá e encontrou o abridor de vinho que havia se escondido secretamente. Com mãos habilidosas, ele enfiou o saca-rolhas na tampa de segurança da garrafa de vinho, torceu-o várias vezes e desatarraxou a rolha. A garrafa beijou seus lábios desolados e o líquido intoxicante correu pela sua língua que esperada.
Gulp, gulp, gulp. Ele virou a garrafa, mas depois de apenas dois goles, a campainha tocou de repente.
A garganta dele desacelerou seu movimento, praticamente parando por um momento. Fingindo não ouvir o som invasor, ele continuou a forçar vários golpes para dentro.
A campainha tocou de novo.
Com uma conduta carrancuda, mas calma, Gu Hai largou a garrafa de vinho sobre a mesa de centro próxima, esticou sua espinha e andou para a porta da frente.
Uma explosão de dor disparou pela sua testa por causa de todo o álcool. Todos os seus dez dedos que não estiveram ativos por dias pareciam desajeitados e desconfortáveis como se não fossem parte do seu corpo. Ele lutou para girar a maçaneta várias vezes antes de, de alguma forma, sem saber, conseguir finalmente abrir a porta com um puxão.
Do lado de fora estava uma figura solitária.
Gu Hai encarou, inexpressivo. Estupefato.
Bai Luo Yin ainda estava vestindo o mesmo sobretudo que ele usou no dia que ele saiu. Ele arrastava a mesma bagagem de antes. E suas mãos estavam envoltas e mantidas aquecidas pelo mesmo par de meias que Gu Hai lhe dera naquela noite de natal todas aquelas semanas atrás.
Suas mãos seguravam com força a sacola com dumplings doces, enquanto duas atentas orelhas vermelhas espreitavam Gu Hai.
E finalmente Gu Hai andou, cada passo diminuía a proximidade entre eles. Ele de repente puxou Bai Luo Yin para si, o segurou apertado em seus braços e o aprisionou em seu calor sem fim.
Ninguém podia descrever aquele sentimento de quando você recupera tudo o que havia perdido. Aquele sentimento era o mesmo que engolia, possuía e esmagava Gu Hai naquele exato momento. Ele torturava e atacava continuamente seu coração, fazendo ele oscilar a beira do colapso. Como se a qualquer segundo agora, a beira do penhasco fosse desmoronar, mandando-o para um fosso interminável.
E nem ninguém podia colocar em palavras ou mesmo vir a entender o que Bai Luo Yin sentia naquele exato momento, o quão precioso... quão querido Gu Hai era para ele.
Gu Hai passou um de seus braços firmemente em volta da costa de Bai Luo Yin, como se para gravá-lo em seu próprio corpo, enquanto o a outra mão se aninhou em volta da parte de trás da cabeça de Bai Luo Yin. Com seu rosto ligeiramente virado, seus lábios frios gentilmente acariciaram a parte mais externa da orelha de Bai Luo Yin, permitindo-se a ter consolo no calor corporal de Bai Luo Yin.
Originalmente, o coração de Bai Luo Yin estava muito calmo. Mesmo quando ele apertou a campainha, ele não tinha nenhum sentimento em especial ou expectativa que pudesse ser apontada. Porém, assim que Gu Hai o abraçou com tal intensidade, todos os tipos de emoções efervesceram para a superfície. Faíscas de eletricidade irromperam pelo corpo dele, acendendo seus nervos e envolvendo-o em um sentimento que ele se recusava a nomear.
Depois do que pareceu uma eternidade, Bai Luo Yin falou primeiro.
“Gu Hai, eu vou lembrar disso, você me deve uma.”
O corpo de Gu Hai enrijeceu por um segundo, enquanto ele soltou momentaneamente Bai Luo Yin antes de uma determinação inabalável cair sobre ele.
“Eu vou restituir você!”
Com um sorriso fraco, Bai Luo Yin, quase aliviado, apressou Gu Hai a levar seus pertences para dentro.
Gu Hai olhou para baixo e notou a sacola da mão de Bai Luo Yin, então perguntou, “O que é isso?”
“Bolinhos de arroz glutinoso, eu ganhei eles respondendo algumas advinhas nas lanternas corretamente.”
Gu Hai pegou a sacola e olhou para o relógio digital pendurado na parede. Foi só então que ele percebeu que hoje era o Festival das Lanternas.
Por um momento, ele se sentiu extremamente tocado. Uma pontada de felicidade se manifestou em sua alma.
“Então, me deixe fervê-los, você só precisa sentar aqui e esperar.”
Depois de dizer isso, ele se apressou para a cozinha. E, exatamente quando ele estava prestes a abrir o gás no fogão, seus olhos tiveram um vislumbre de Bai Luo Yin que se juntara a ele dentro da cozinha.
“Estou lhe avisando. É melhor você cozinha-los completamente de uma vez dessa vez. Se você ficar provando um e jogando um fora enquanto continua, não sobrará nada para comermos.”
_____________________________
Nota de Tradução: Os bolinhos falados nesse capítulo são aqueles que postei fotos no capítulo anterior. ^^
Gente... tô chorando aqui (ok, exagero)...

23 Comentários

  1. Só fui colocar essa página nos favoritos e olha que surpresa mais um capítulo! Muito obrigada! ♡-♡

    ResponderExcluir
  2. Não sei o que dizer só sei sentir, me sinto já parte desse rela deles ;u;

    ResponderExcluir
  3. Eu só tenho uma coisa pra dizer desse capítulo: EU AMEI!AMEI DE UM JEITO!
    ObrigadA Lena!

    ResponderExcluir
  4. Lena, você sabe que já tem um lugar no céu? Se não, fica a dica
    Tanks

    ResponderExcluir
  5. Nao descrever o quanto estou FELIZ!!!!! Vlw Lena minha noite ficou perfeita kkkk muita felicidade fui bem numa prova da faculdade agora esse capitulo completou a felicidade. Nao da para ficar longe disso mesmo com tantas materias pra estudar sempre tiro uns minutos para ver se tem novos capítulos muito obrigado Lena de coração

    ResponderExcluir
  6. Gente o Bai é muito amorzinho né...
    Ai meu core nao aguenta...
    Achei q o Gu fosse desmoronar por completo quando visse o Bai ali na frente dele, eu imaginaria ser um sonho ou delirio...
    Já. Passei por isso, e serio mesmo doeu muito quando eu acordei...
    Lenaaaa... Amo vc , muito obrigado por ter me avisado do segundo cap... Tava na rua, corri pra ler o mais rápido possível... Pq eu amo esses dois, de um jeito que nao da pra explicar... 💕❤
    Bjs lena ate a próxima, depois dessa cou ate dormir melhor...

    ResponderExcluir
  7. Que felicidades eles estão juntos novamente esperando ansiosamente os novos capitulos hot com esses lindos Obrigado Lena Linda bjss.

    ResponderExcluir
  8. Muito feliz...obrigada Lena 😁😍😘

    ResponderExcluir
  9. Esse Yin Zi é uma preciosidade sem tamanho.. Uma pessoa q nasce de uma em um milhão.. Que é difícil de conquistar, mas q depois de conquistado, ama incondicionalmente, perdoa com desprendimento e cuida com zelo e dedicação.. N vou mentir, fiquei muito emocionada lendo... É lindo demais esse tipo de amor...

    ResponderExcluir
  10. Muito feliz...obrigada Lena 😁😍😘

    ResponderExcluir
  11. Há sempre alguma loucura no amor. Mas há sempre um pouco de razão na loucura. Pra mim essa frase está descrevendo o Gu Hai nesses últimos capítulos, e o Yin Zin voltando pra casa aaahhh esses dois são muito lindos <3 eu só posso amar isso tudo.^^

    Obrigada Lena por mais um capítulo incrível <3

    ResponderExcluir
  12. Ain q amorzinho gente,muito feliz q tudo esteja se acertando...
    Mas queria saber se You Qi x Yang Meang vai acontecer gente???
    eu shippo mt eles e to na expectativa deeeesde a série sos!!!
    muitas saudades deles,faz mt tempo q eles n aparecem direito
    :'(

    ResponderExcluir
  13. PLMDD, morri nesse cap, Yin Zi no fim conseguir perdoar tudo e voltar pra casa..... Amor eterno por esses meninos!

    ResponderExcluir
  14. Acho q acertei a hora de começar a acompanhar a novel :), pelo menos um pouco de alívio depois da tempestade dos últimos cap. Fiquei tão feliz de poder achar essa novel em PT, e ainda por cima, saber q aqui tem CA e Uncontrolled Love, dois q eu assisti, mas fiquei sem entender alguns pontos. Obrigada pelo seu ótimo trabalho e sempre q puder traga + dessas viciantes séries <3<3<3<3

    ResponderExcluir
  15. Geeeenteeee to choraaando TwT
    01:48 da madruga e eu lendo essa novel incrível q a Lena nos Maravilha em traduzir, MDS... Amoooooo demais o Gu Hai <3
    Hai&Yin Forever *o* <3

    ResponderExcluir
  16. Mano mds, a partir do momento que ele terminou a breve refeição em sua casa (Bai Luo) para ir atrás do que seu coração almejava, não consegui me conter mais. Esse capítulo foi muito intenso e delicado, muito apaixonante de ver a vulnerabilidade do Gu Hai quando ele vê Bai Luo, que no caso é todo o seu vício, seu antídoto, seu remédio e slá mais o quê.
    A mente NADA sem nenhum freio qnd essas cenas estão acontecendo, e ferra com nossos corações kkkk
    -VICIADO

    ResponderExcluir
  17. Eu li 2 vezes esse capítulo. Eu achei um dos mais lindos que já li até agora. Fiquei tocada. Quanta sensibilidade dos personagens. Quanta sensibilidade da autora que escreveu Addicted. Aos poucos eu vou entendendo que, por mais que a gente ame, odeio, chore, se alegra, se entristece, se decepciona com essa novel.. a autora teve muita sensibilidade e criatividade. Ela não fez uma história bobinha e fácil para nós degustarmos. Ela fez algo que mexesse com nossas entranhas.

    ResponderExcluir